Apareci hoje. Eis o que me moveu, escrito.

Utopia: o que move, a partir da palavra “impossível” sendo dita. A transformação livre do acontecimento amoroso, do tabu nas projeções do prazer entre corpos humanos segundo a construção referencial cuja filtragem rasteja numa dificuldade do qual a seriedade prejudica a vibração, transliterações de cópulas no toque dos dedos rugosos. Existem tabus deste lado do Equador. Mesmo aqui, em lados tão pouco movimentados, como nossa fuzarca de objetos emissores que se encontram.

Um objeto que surge imergindo numa aparição. É uma resultante das emanações no rebolado semiótico. Confunde-se com sua desaparição. Desperta o estado de atenção específico a esse trâmite de emissões. Alguém olha, move o pescoço, guizalha soando a guisada preta. Sustenta suas contradições envenenando de variáveis as suas próprias estruturas. O objeto aparece em torno de uma voz que se manifesta. É a sonorização hipnótica do objeto desaparecendo.

Do Impossível

Do Impossível.

É uma vocalização melódica o que aparece. Foge-me a concretude dessa imprecisão.

(Partindo do ponto em que apareci para dizer que não vou aparecer.)

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